E FOI ASSIM QUE ME TORNEI FÃ DE RC AOS 3 ANOS...
Roberto em meados dos 80's Há algumas coisas que não há como eu renegar em minha vida: a minha fé, meu romantismo, o Flamengo e... Roberto Carlos. Neste momento em que escrevo são 46 anos de paixão pelo maior e mais popular artista do Brasil. Eu até tentei e me afastei dele após me converter ao Evangelho, entre novembro de 1997 e, mais ou menos, por volta do fim de 2000. Percebi então que as canções do Roberto ainda pulsavam fortemente em minhas veias, que o meu romantismo incorrigível e a enorme identificação com sua pessoa criaram naturalmente um elo que não poderia ser quebrado artificialmente. Chego a dizer - embora até pareça exagero - que viver sem Roberto Carlos seria renegar a mim mesmo. Mas como se deu esse tão forte vínculo com o cantor de maior êxito da música brasileira? É o que passo a narrar abaixo. A primeira vez... Era o inverno (amazônico) de 1977, a disco music - ou discothéque - estava em voga e morávamos na Passagem Quarubas, no bairro da Pedreira, subúrb...