RANKING DISCOGRÁFICO (CORRIGIDO) DE "AS CANÇÕES QUE VOCÊ FEZ PRA NÓS"
1ª DIVISÃO (TOP 20)
1º "ROBERTO CARLOS" (1971)
- O melhor disco de RC é algo muitíssimo subjetivo e do 1º ao 5º colocado deste ranking, qualquer um poderia ser considerado o melhor. No entanto, a página e o blog consideram este álbum O MAIOR E MAIS IMPORTANTE da carreira do cantor. Há nele todos os Robertos: genial, antenado, o intérprete irrepreensível, o brincalhão, o autobiográfico, o sentimental e o latin lover irresistível.
2º "ROBERTO CARLOS EM RITMO DE AVENTURA" (1967)
Uma trilha com vida própria. Perene. 12 faixas; 12 sucessos.
3º "ROBERTO CARLOS" (1972)
Denso. Inspiradíssimo. Marcante desde a icônica capa.
4º "O INIMITÁVEL" (1968)
Fundamental. Prova sonora de que Roberto Carlos não era somente um modismo.
5º "ROBERTO CARLOS" (1969)
Magistral. Um mergulho na Black Music sem perder de vista o romantismo. A melhor capa.
6º "ROBERTO CARLOS" (1979)
Enxuto, preciso. Repertório escolhido a dedo.
7º "ROBERTO CARLOS" (1980)
Icônico. Repertório marcante. Belíssima capa também.
8º "ROBERTO CARLOS" (1976)
Versátil. Difícil pular uma só faixa. O último em sintonia com as tendências do pop mundial.
9º "ROBERTO CARLOS" (1981)
Um disco fabuloso, grandiloquente. Particulamente de uma memória afetiva inseparável.
10º "ROBERTO CARLOS" (1978)
Caprichado ao extremo. Romantíssimo. Roberto no seu auge vocal.
11º "ROBERTO CARLOS" (1977)
Praticamente uma coletânea de sucessos. Um de seus discos mais conhecidos.
12º "ROBERTO CARLOS" (1982)
Ainda condiz com a ansiedade do público pelo 'novo LP do Roberto'.
13º "ROBERTO CARLOS" (1966)
O primeiro com sonoridade consoante ao talento de RC; moderno pra época.
14º "ROBERTO CARLOS" (1973)
Ar místico. Faixas marcantes. O primeiro com apenas 10 faixas.
15º "ROBERTO CARLOS" (1974)
Fabuloso. Canções de um profundo lirismo. Feito na medida da sensibilidade.
16º "JOVEM GUARDA" (1965)
O disco cuja faixa de abertura coroou RC rei. Um retrato fidedigno do movimento.
17º "ROBERTO CARLOS" (1985)
Seu mérito é o equilíbrio e a diversidade temática.
18º "SAN REMO 1968" (1976)
Uma coletânea de luxo que pescou grandes gravações dispersas em compactos.
19º "ROBERTO CARLOS" (1987)
A última tentativa de uma sonoridade mais pop e jovem. Injustamente desprezado.
20º "ROBERTO CARLOS" (1970)
O último da fase soul. Não tem letras muito rebuscadas, mas ganha na sonoridade.
2ª DIVISÃO

21º "ROBERTO CARLOS" (1983)
Possui certa irregularidade, mas contraposta por músicas ainda em alto nível.
22º "ROBERTO CARLOS" (1984)
Não é perfeito, mas nas músicas que acerta, prende os ouvidos.
Um álbum já meio marcado pelas sua dores pessoais; contudo, suas melhores faixas trazem arranjos luxuosos.
24º "ROBERTO CARLOS" (1996)
O melhor da década de 1990; o último a refletir ainda um esforço criativo do cantor.
O segundo melhor da década de 1990.
26º "ROBERTO CARLOS" (1989)
O pecado deste disco é de ser um editorial; o editorial da dor que Roberto sentia, então.
Uma sequência arrasadora nas 3 primeiras faixas. Pena que não é regular.
Bom disco. Tem um timbre sertanejo em algumas faixas.
29º "ROBERTO CARLOS" (1990)
Ainda remoe dores da separação de Myrian Rios; entretanto, já um pouco mais animado e diverso.Não é um primor tecnicamente nem sonoramente, mas registra um Roberto no auge de seu frescor juvenil que o tempo eclipsou.
Tem o mérito de trazer os dois primeiros hits de RC. Muito rock-balada a la Paul Anka e Neil Sedaka.
32º "É PROIBIDO FUMAR" (1964)
O mais rock'n roll dos discos de RC.

33º "ROBERTO CARLOS" (1975)
Musicalmente, o mais requintado já lançado por RC. O público mais kirsch não o compreendeu.
34º "ROBERTO CARLOS" (1995)
Não traz letras elaboradas, mas pelo menos traz um RC ainda preocupado em trazer coisas inéditas a seu público.

35º "CANCIONES QUE AMO" (1997)
Não deveria ser um disco de fim, mas de meio de ano. Frustrou relativamente o público.
36º "ROBERTO CARLOS" (1993)
O mais popularesco já lançado. "Obsessão" poderia tranquilamente ter sido gravada por Amado Batista.
37º "ROBERTO CARLOS" (1991)
Desde a capa já demonstra pegar certa carona na onda sertaneja. É irregular.
38º "PRIMERA FILA" (2015)
Surpreendente de certa forma. Roberto ousou um arranjo de reggae para "Eu Te Amo, Te Amo, Te Amo".
39º "MENSAGENS" (1999)
Coletânea de Mensagens que ajudou a preencher o vazio de 1999.
40º "INOLVIDABLES" (1993)
Para quem não conhecia alguns clássicos em espanhol, valeu pela ideia.
3ª DIVISÃO
Um álbum mutilado. Uma verdadeira anomalia misturando gravações de estúdio e ao vivo.
Interessante. Bem sequenciado, intercalando textos de Ronaldo Bôscoli declamados por Roberto.
É um disco/tributo a Tom Jobim. Muito à vontade cantando bossa nova, Roberto ratifica seu potencial interpretativo.
2ª parte da coletânea de duetos em seus especiais. É um pouco melhor que o primeiro.
Um bom projeto, sem dúvida. Porém, pensado para tentar tapar o buraco da falta de discos inéditos nos anos 2000.
Voltado para o mercado hispânico, é o seu último CD lançado. Vale pelos singles anteriormente lançados.
Gravado em Las Vegas para o mercado hispânico. Um dos muito "tapa-buracos" dos anos 2000.
O 1º tributo póstumo à Maria Rita. A melhor inédita é a faixa-título. 4 das 10 são repescagens de outros CDs.
Um tributo feminino aos seus 50 anos de carreira. Interessante.
Tributo sertanejo aos seus 50 anos de carreira. Inferior ao das mulheres. Alguns artistas deformam certas canções com muito berro.
O 1º lançado fora do Brasil. Na Argentina. O mesmo repertório de "É Proibido Fumar" em espanhol. Também lançado posteriormente aqui.
O 1º LP e seu filho bastardo. Cheio de artimanhas e indefinições estéticas.
1ª e única tentativa em inglês de penetrar no mercado norte-americano nativo. Só 2 faixas escapam. O inglês rudimentar de Roberto anulou o ousado projeto.
Tem gente que gosta muito. Não me entusiasmo. Repertório repetitivo.
Um EP de 4 faixas. Tem o mérito de trazer o mega-hit que o trouxe de volta ao topo 28 anos depois.
Outro EP de 4 faixas. Vale pelo duo com Jennifer Lopez em "Chegaste".
CD E DVD "enche linguiça".
Apenas uma inédita. O resto, mais do mesmo num período de escassez criativa.
Nova aposta no EP. Não colou. A boa ideia não combinou com pelo menos 2 das 5 faixas.
Bisando ao vivo quase as mesmas músicas. Inadmissível.
4ª DIVISÃO (O LIMBO DA DISCOGRAFIA DE RC)
Apenas metade de seu repertório é 'ouvível', o restante dá sono.
Último álbum completo de final de ano lançado em português. Efetivamente possui 1 única faixa inédita. Na maioria das faixas - regravações numa levada mais cowntry - Roberto está fanho.

































































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